
Hertz Dias
PSTU · número 16 · Não Eleito
Hertz da Conceicao Dias
Resumo da trajetória e da atuação
Hertz da Conceicao Dias concorre à Presidência da República pelo PSTU (número 16), com Vanessa Portugal (PSTU) como vice. Nasceu em São José de Ribamar (MA), declara escolaridade de nível superior completo e a ocupação “Professor de Ensino Fundamental”.1
No histórico do TSE (2004 a 2024), aparecem quatro candidaturas anteriores, todas sem vitória registrada: vice-governador do Maranhão em 2010; vice-presidente em 2018; prefeito de São Luís em 2020; e governador do Maranhão em 2022, todas pelo PSTU.2
No 1º turno de 4 de outubro de 2026, recebeu 0,04% dos votos válidos (43.103 votos), na 8ª posição entre 12 candidatos. Declarou ao TSE bens no total de R$ 170.000,00, em 1 item.31
O programa registrado no TSE tem 33 páginas e se define como “um chamado à ação”. Trata de soberania nacional, estatização de empresas estratégicas, trabalho, serviços públicos, meio ambiente, terra e segurança pública, e não traz metas com prazo.4
Texto escrito por uma IA (Claude (Anthropic), 9 de outubro de 2026) a partir apenas dos dados oficiais citados nas referências. Pode conter erros ou omissões e não é opinião, avaliação nem pedido de voto. Confira nas fontes. Como é feito · Apontar um erro
Perfil
Informações declaradas pelo candidato e publicadas pelo TSE no registro de candidatura. O NOPolitica não publica CPF, data de nascimento, e-mail, estado civil, cor ou raça nem título de eleitor.
- Nome completo
- Hertz da Conceicao Dias
- Nome na urna
- Hertz Dias
- Cargo disputado
- Presidente da República
- Número
- 16
- Partido
- PSTU (Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado)
- Coligação
- Partido Isolado
- Vice-presidente
- Vanessa Portugal
- Escolaridade declarada
- Superior Completo
- Ocupação declarada
- Professor de Ensino Fundamental
- Local de nascimento
- São José de Ribamar (MA)
- Idade na posse
- 56 anos
- Candidato à reeleição
- Não
- Situação da candidatura
- Candidatura deferida
- Limite de gastos de campanha
- R$ 88.944.030,80
- 1º turno · 4 de outubro de 20260,04% dos votos válidos (43.103 votos), 8º lugar entre 12 candidatos · Não eleito
Histórico eleitoral
Candidaturas de 2004 a 2024 que o próprio TSE vincula ao registro atual, com o patrimônio declarado em cada ano. Candidaturas anteriores a 2004 não constam.
| Ano | Cargo | Local | Partido | Resultado | Bens declarados |
|---|---|---|---|---|---|
| 2022 | Governador | Maranhão (MA) | PSTU | Não Eleito | sem dado |
| 2020 | Prefeito | São Luís (MA) | PSTU | Não Eleito | sem dado |
| 2018 | Vice-presidente | Brasil | PSTU | Não Eleito | R$ 100.000,00 |
| 2010 | Vice-governador | Maranhão (MA) | PSTU | Sem resultado informado | sem dado |
Bens declarados
Total declarado: R$ 170.000,00 em 1 item. Valores informados pelo próprio candidato, sem correção nem avaliação pelo NOPolitica. Última atualização informada: 05/10/2026.
| Tipo | Descrição declarada | Valor declarado |
|---|---|---|
| Apartamento | de 45 metros quadrados, 2 dormitórios, 1 Banheiro, 1 banheiro social, sala de estar/jantar conjugada, cozinha funcional e área de serviço integrada | R$ 170.000,00 |
Propostas do plano
O documento do PSTU, com 33 páginas e a candidatura de Hertz Dias a presidente e Vanessa Portugal a vice, afirma ser "um chamado à ação" e não "um conjunto de promessas eleitorais". Parte de um diagnóstico sobre dominação imperialista e desigualdade e organiza-se em seções sobre soberania nacional, estatização de empresas estratégicas, trabalho, serviços públicos, meio ambiente, terra, segurança pública, combate às opressões, plano econômico, financiamento, soberania digital e um "governo socialista dos trabalhadores". O texto não traz metas com prazo, e a maior parte das propostas é apresentada em forma de lista de reivindicações.
Resumo por tema produzido por IA seguindo regras iguais para todos os candidatos: só o que está no documento, com a página de cada ponto. Pode conter erros ou omissões. O texto oficial é o PDF: abrir o plano completo (33 páginas). Como é feito
Economia, emprego e renda (6)
- O plano propõe o fim da escala 6×1 sem redução de salários e direitos, sem pejotização e sem demissões, e a redução da jornada para 36 horas sem redução dos salários, rumo à escala móvel de horas de trabalho. p. 8
- Propõe aumento de 100% no salário mínimo, rumo ao salário mínimo necessário calculado pelo Dieese, e bolsa equivalente a um salário mínimo para trabalhadores desempregados enquanto não houver pleno emprego. p. 8
- Defende planejamento econômico que articule produção e consumo, com produção voltada prioritariamente ao mercado interno e ganhos de produtividade convertidos em redução da jornada de trabalho. p. 7
- Prevê a revogação da reforma trabalhista e da lei das terceirizações, com incorporação dos terceirizados ao quadro efetivo do serviço público e concurso público para novas contratações. p. 8
- Para trabalhadores de aplicativos, propõe reconhecimento do vínculo empregatício, piso salarial para carga horária mínima logada de 36 horas e transparência dos algoritmos, além de plataformas públicas nacionais geridas por conselhos de trabalhadores. p. 9 p. 10
- Propõe plano nacional de obras públicas voltado à geração de empregos, à universalização do saneamento básico e à construção de escolas, hospitais e creches. p. 8
Tributos e contas públicas (6)
- O plano propõe tributação fortemente progressiva sobre lucros empresariais, taxação ampliada sobre remessas de capital ao exterior e imposto progressivo sobre fortunas a partir de R$ 1 bilhão. p. 27
- Prevê isenção de imposto de renda até dez salários mínimos, com atualização da tabela a 1996, e alíquotas progressivas acima disso, além do fim dos benefícios fiscais e tributários às grandes empresas. p. 27
- Propõe suspensão do pagamento da dívida pública aos grandes investidores, com auditoria, e o fim da Lei de Responsabilidade Fiscal. p. 28
- Defende a cobrança da dívida ativa das grandes empresas com a União, sob pena de expropriação, e afirma que essa soma ultrapassa R$ 1 trilhão. p. 27
- Propõe a proibição das Bets e a reversão de seu capital expropriado a um fundo público de saúde para o tratamento de ludopatia. p. 27 p. 28
- Prevê fundos públicos de investimento produtivo abastecidos pelos excedentes das empresas expropriadas, e não por impostos, e a limitação em 25% da distribuição de dividendos das grandes empresas privadas remanescentes. p. 27
Saúde (5)
- O plano defende o SUS público, universal, gratuito e 100% estatal, com fim da privatização e da gestão privada da saúde (OS, fundações e PPP) e proibição da transferência de leitos públicos para planos privados. p. 11
- Propõe ampliação do investimento público em saúde, com prioridade para a atenção básica, e expansão da rede pública de hospitais, UPAs e Unidades Básicas de Saúde. p. 11
- Prevê ampliação do investimento nos Centros de Atenção Psicossocial, nas residências terapêuticas e nos centros de convivência, e nenhum investimento público em comunidades terapêuticas. p. 11
- Propõe contratação via concurso público e valorização dos trabalhadores da saúde, produção pública de medicamentos e insumos estratégicos e integração entre saúde e saneamento. p. 11
- Inclui o aborto legal, seguro e gratuito pelo SUS, terapia hormonal e cirurgia de redesignação pelo SUS e políticas de prevenção de ISTs e tratamento para pessoas com HIV. p. 23 p. 25
Educação, ciência e tecnologia (5)
- O plano propõe nenhuma verba pública para os grandes empresários da educação, com fim das PPPs, das terceirizações e da aquisição de materiais e serviços dessas empresas pelas redes públicas. p. 12
- Prevê a revogação da BNCC e do Novo Ensino Médio, com propostas curriculares elaboradas pelos trabalhadores da educação, e se opõe à militarização das escolas, ao Escola Sem Partido e à plataformização da educação. p. 12
- Propõe ampliação de vagas em creches, escolas e universidades públicas, permanência estudantil (transporte, alimentação, bolsas), valorização dos profissionais com carreira e salários dignos e investimento massivo na educação pública. p. 12
- Defende um sistema único de educação para todas as crianças e adolescentes e produção de conhecimento voltada às necessidades sociais, e não ao mercado. p. 12
- Prevê, em soberania digital, a prioridade ao software livre em parceria com universidades públicas e institutos de pesquisa e uma inteligência artificial pública nacional. p. 28
Segurança pública e justiça (6)
- O plano propõe a desmilitarização da Polícia Militar, a unificação das polícias em uma única instituição de caráter civil, com eleição de comandantes e delegados pela população e mandatos revogáveis, e o fim da Justiça Militar. p. 19 p. 20
- Propõe combater o crime organizado por meio de investigação, inteligência e desarticulação de seus negócios, atingindo patrimônio e fontes de financiamento, em vez de operações militares, com confisco dos bens obtidos por atividades criminosas. p. 19
- Prevê câmeras corporais para todos os agentes de segurança pública, com armazenamento das imagens sob controle de órgãos civis, e punição exemplar para tortura, execuções, chacinas e demais crimes praticados por agentes do Estado. p. 19
- Defende a descriminalização das drogas e a revogação da Lei Antidrogas, com políticas públicas de prevenção, tratamento e redução de danos, além do fim da privatização dos presídios e do desencarceramento em massa. p. 19 p. 21
- Defende direito de organização e sindicalização dos policiais e expulsão das polícias de agentes envolvidos com milícias, com dissolução dos batalhões milicianizados. p. 20
- Afirma como objetivo estratégico a dissolução das instituições policiais atuais e propõe estimular a auto-organização da população para a própria segurança (autodefesa). p. 19 p. 20
Meio ambiente e clima (6)
- O plano propõe o fim do uso de agrotóxicos, a recuperação de áreas degradadas, a promoção da agroecologia e a aceleração da demarcação de terras indígenas e territórios quilombolas. p. 15
- Defende o fim dos créditos públicos e dos subsídios estatais ao grande agronegócio e a recuperação das áreas desmatadas e dos biomas devastados. p. 15
- Posiciona-se contra a exploração de petróleo da Margem Equatorial e contra a privatização dos rios da Amazônia e das hidrovias. p. 15 p. 16
- Prevê planos de prevenção contra enchentes e deslizamentos, planos de emergência e defesa civil com participação comunitária, reflorestamento urbano e defesa dos recursos hídricos privatizados. p. 16
- Propõe reconhecimento e reparação das populações atingidas por crimes ambientais e garantia do direito à autodefesa de comunidades e militantes que lutam em defesa do meio ambiente. p. 15
- Propõe reforma agrária com desapropriação de áreas usadas para especulação fundiária e expropriação das grandes propriedades rurais e empresas do agronegócio, sem indenização aos grandes grupos e sob controle dos trabalhadores rurais. p. 16 p. 18
Infraestrutura, energia e cidades (5)
- O plano propõe construção massiva de moradias populares e infraestrutura por empresa pública de obras, urbanização das periferias, universalização do saneamento básico e fim dos despejos de famílias sem alternativa habitacional. p. 13
- Prevê a expropriação dos imóveis urbanos abandonados, ociosos ou destinados exclusivamente à especulação imobiliária, e IPTU progressivo com isenção para baixa renda. p. 13
- Propõe tarifa zero no transporte público, estatização dos sistemas de transporte urbano com reversão das concessões privadas e ampliação e integração da rede de ônibus, metrô e trem. p. 14
- Propõe a expropriação das grandes empresas privadas de mineração, petróleo, energia, siderurgia e celulose, com Petrobras 100% estatal e sob controle dos trabalhadores, e a criação de uma empresa estatal de terras raras. p. 26
- Prevê a proibição de privatização de empresas estratégicas e a reversão das privatizações realizadas nos setores considerados essenciais. p. 26
Política social e direitos (6)
- O plano propõe a revogação da reforma da Previdência, a redução da idade mínima para aposentadoria, a valorização real dos benefícios e a inclusão de trabalhadores informais e precarizados na proteção previdenciária. p. 8 p. 14
- Para as mulheres, propõe delegacias especializadas abertas 24 horas, casas-abrigo, salário igual para trabalho igual, creches e escolas em tempo integral, restaurantes populares e lavanderias públicas e licença parental de um ano compartilhada. p. 22 p. 23
- Para a população negra, propõe titulação dos territórios quilombolas, manutenção e ampliação de cotas em universidades e serviços públicos e implementação do ensino de história e cultura afro-brasileira e indígena. p. 21 p. 22
- Para a população LGBTQIAPN+, propõe criminalização da lgbtfobia, direito ao nome social sem burocracia e sem taxas, casas-abrigo, cotas trans em universidades e concursos públicos e banheiros multigênero em órgãos públicos. p. 24 p. 25
- Propõe demarcação e regulamentação de todas as terras indígenas, direito a reparações aos povos indígenas e legalização dos papéis de imigrantes, com direitos civis, trabalhistas e sociais. p. 25
- Para pessoas com deficiência, prevê mais cotas, intérprete de Libras nas universidades e meios de comunicação, acessibilidade nos serviços públicos e assistência médica gratuita no SUS. p. 25 p. 26
Estado e instituições (5)
- O plano defende "um governo socialista dos trabalhadores baseado na democracia operária" e afirma que a luta coloca "a necessidade de outro poder e de outro Estado". p. 32
- Defende um Estado operário revolucionário, descrito como "uma ditadura revolucionária do proletariado contra a burguesia", fundado em organismos democráticos com representantes eleitos e revogáveis, sob controle permanente da base. p. 32 p. 33
- Afirma que a mobilização direta deve ser prioritária em relação à ação institucional e que um governo dos trabalhadores deve impulsionar assembleias, comitês nos bairros, conselhos populares e formas de auto-organização. p. 30 p. 31
- Propõe investigação e punição de corruptos e corruptores, com confisco dos bens obtidos por meio da corrupção, e punição de agentes públicos envolvidos com organizações criminosas. p. 19
- Prevê disputar a base das Forças Armadas e das polícias para que rompam com os comandos e se coloquem ao lado do povo. p. 33
Política externa (4)
- O plano afirma que não é possível uma real soberania sem romper com o imperialismo e defende garantir que as riquezas produzidas no país permaneçam sob controle nacional. p. 5
- Sustenta que a classe trabalhadora deve encabeçar uma luta anti-imperialista e rejeita a conciliação de classes com a direita, o centrão ou o próprio imperialismo. p. 4 p. 5
- Critica o acordo Mercosul e União Europeia e a aquisição de empresas brasileiras por capital chinês, e afirma que a China não é uma alternativa. p. 5
- Afirma como horizonte abrir caminho ao socialismo e à revolução latino-americana e internacional. p. 33
Outros temas (4)
- Em "soberania digital", propõe proibir a hospedagem de dados governamentais sensíveis em nuvens estrangeiras e desenvolver uma inteligência artificial pública nacional com uso obrigatório na gestão e em empresas públicas. p. 28
- Prevê garantia de remuneração continuada aos produtores de conhecimento cujos conteúdos sejam usados no treinamento de sistemas de inteligência artificial estatais, e redução automática da jornada na proporção dos ganhos de produtividade da IA. p. 28 p. 29
- Propõe garantia do direito à desconexão no trabalho remoto e proibição de sistemas invasivos de vigilância digital e de monitoramento opaco de desempenho. p. 29
- Propõe estatização do sistema financeiro e centralização do crédito em um banco único, além de bancos públicos 100% estatais. p. 27 p. 28
Metas e valores citados no plano
- Redução da jornada de trabalho para 36 horas, sem redução dos salários e sem flexibilização de direitos. p. 8
- Aumento de 100% no salário mínimo, rumo ao salário mínimo necessário calculado pelo Dieese. p. 8
- Bolsa equivalente a um salário mínimo para trabalhadores desempregados enquanto não houver pleno emprego. p. 8
- Limitação em 25% da distribuição de dividendos das grandes empresas privadas remanescentes. p. 27
- Imposto progressivo sobre as grandes fortunas, de R$ 1 bilhão para cima. p. 27
- Isenção de imposto de renda até dez salários mínimos, com atualização da tabela a 1996. p. 27
- Licença parental de um ano, compartilhada entre responsáveis. p. 23
- Redução da jornada para 36 horas semanais em escala 4×3, sem redução de salário. p. 21
- Delegacias especializadas para mulheres abertas 24 horas. p. 22
Filiação e alianças
O NOPolitica não classifica candidatos como de esquerda, centro ou direita nem atribui “viés político”: esse rótulo é subjetivo e muda conforme quem classifica. Mostramos, em vez disso, os vínculos objetivos registrados no TSE.
- Partido: PSTU (Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado)
- Coligação: Partido Isolado
Canais declarados
Endereços informados pela própria candidatura. O NOPolitica não controla nem verifica esses sites e perfis.
Fontes oficiais desta página
Todo dado desta página vem de fonte oficial e pública. Como coletamos e conferimos · Apontar um erro
As informações desta página são dados públicos de fontes oficiais, apresentados sem opinião e sem recomendação de voto. Quando um dado não existe nas bases oficiais, a página informa a ausência em vez de completar com suposições. Resumos de texto são gerados por IA e identificados como tal.